Alzheimer: robôs cuidadores dos vovôs e das vovós – Parte 1


Não haverá pessoas mais jovens para cuidar de tantos idosos, a menos que os robôs ajudem.

Hoje vamos iniciar uma série de textos a respeito da estreita relação entre robôs e os vovôs e as vovós. A ideia é discutir o quanto os robôs irão poder ajudar os mais velhos em tarefas cotidianas.


Amigos de lata que podem ajudar as pessoas a levantar objetos pesados, avisar um familiar quando há uma emergência médica ou até a fazer tarefas domésticas, como limpar a casa, por exemplo.


Esse assunto está ganhando corpo porque os especialistas estão preocupados com o constante e real envelhecimento da população mundial. Este ano, por exemplo, haverá mais pessoas acima dos 65 anos do que com menos de cinco anos pela primeira vez na história da humanidade. É muito assustador, não é mesmo?


E a preocupação é simples. Não haverá pessoas mais jovens para cuidar de tantos idosos, a menos que os robôs ajudem.


Nos próximos anos, os tipos de robôs de que as pessoas precisam mudarão, mas por enquanto, a robótica é dominada por máquinas industriais, para montar carros ou equipamentos elétricos.


A revista The Economist publicou um artigo mostrando que os países que investem em robótica são também os que mais envelhecem proporcionalmente.


Embora o assunto seja um pouco futurista, precisamos pensar em como seremos quando estivermos na categoria de vovôs e vovós.


Lembrando sempre que a robótica não exclui nossa tríade da longevidade (alimentação saudável, exercício físico regular e vida social ativa). Vamos continuar a discutir este assunto robótico.


Viva mais e melhor.


Por: Marcelo Levites

Em: https://emais.estadao.com.br/blogs/viva-mais-e-melhor/robos-cuidadores-dos-vovos-e-das-vovos-parte-1/

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